BOAS VINDAS

SEJAM BEM-VINDOS AO BLOG DA ESCOLA JOANA MARQUES BEZERRA.OBRIGADO PELA VISITA.

sexta-feira, 29 de março de 2013




Em minha cesta de Páscoa, você encontrará muitos desejos para o amor e a felicidade, para a saúde e a prosperidade, para a sabedoria e o conhecimento, e para o prazer e o relax. Desejo a você saúde, felicidades, alegria, equilíbrio, harmonia e que consiga ir além das etapas ordinárias e descubra resultados extraordinários. Que continue tentando alcançar suas estrelas. Que realize seus sonhos. Que reconheça em cada desafio a oportunidade, e seja abençoado com o conhecimento de que tem a habilidade para fazer cada dia especial. Que tenha bastante riqueza para atender suas necessidades, e sempre lembre que o tesouro real da vida é o amor. Agradeço o seu carinho e agradeço por todas as maneiras que somos semelhantes e todas as maneiras que somos diferentes. Agradeço a Deus, do fundo do coração, com um sorriso interno que eu desejaria que todos pudessem ver... A Ressurreição do Mundo. Pois ainda não entendiam a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos... (João 20:9). Pela lei fundamental da natureza, todas as coisas se renovam constantemente, cumprem um ciclo e se renovam. Deus deu-nos as estações - cada uma com suas próprias belezas e razão, cada uma significando uma benção, uma alegria, e o sentimento do amor. Deus deu-nos sonhos - cada um com seu próprio segredo, cada um emitido para dar-nos sentimentos de inspiração, esperança, e tranqüilidade. Deus deu-nos a luz do sol, o arco-íris e a chuva, a beleza e a liberdade da natureza para ensinar-nos a sabedoria. Deus deu-nos milagres em nossos corações e vidas, coisas pequenas que acontecem no dia a dia, para nos lembrar que estamos vivos. Deus deu-nos a habilidade de enfrentar cada novo dia com coragem, sabedoria, e um sorriso de saber. Saber que seja o que tivermos que enfrentar é mais fácil com Deus habitando em nossos corações. Sobretudo, Deus deu-nos amigos para ensinar-nos sobre o amor e para guiar-- nos através deste mundo, e Ele está sempre disponível para ajudar-nos para uma compreensão maior e compartilhar e dar mais amor.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Planejamento

Celso dos Santos Vasconcellos fala sobre planejamento escolar

Especialista critica a burocracia e diz que o coordenador pedagógico deve se aliar a outros colegas para não se sentir sozinho

celso vasconcellos planejamento
Foto: Rodrigo Eribe 

 Celso dos Santos Vasconcellos já foi professor, coordenador pedagógico e gestor escolar. Ao longo de sua extensa carreira de educador, participou de inúmeros processos de planejamento nas escolas e gosta de dizer que aprendeu muitas lições. "Às vezes, há uma tentação enorme de ficar gastando tempo com problemas menores, quase sempre da esfera administrativa ou burocrática. Justamente por isso é tão importante planejar o planejamento", afirma. Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo, mestre em História e Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e autor de diversos livros sobre esse assunto, o especialista fala na entrevista a seguir a respeito dos meandros do processo de elaboração das diretrizes do trabalho da escola. 



Por onde se deve começar um bom planejamento? 
CELSO VASCONCELLOS Depende muito da dinâmica dos grupos. Existem três dimensões básicas que precisam ser consideradas no planejamento: a realidade, a finalidade e o plano de ação. O plano de ação pode ser fruto da tensão entre a realidade e a finalidade ou o desejo da equipe. Não importa muito se você explicitou primeiro a realidade ou o desejo. Então, por exemplo, não há problema algum em começar um planejamento sonhando, desde que depois você tenha o momento da realidade, colocando os pés no chão. Em alguns casos, se você começa o ano fazendo uma avaliação do ano anterior, o grupo pode ficar desanimado - afinal, a realidade, infelizmente, de maneira geral, é muito complicada, cheia de contradições. Às vezes, começar resgatando os sonhos, as utopias, dependendo do grupo, pode ser mais proveitoso. O importante é que não se percam essas três dimensões e, portanto, em algum momento, a avaliação, que é o instrumento que aponta de fato qual é a realidade do trabalho, vai aparecer, começando o planejamento por ela ou não. 



É possível realizar um processo de ensino e aprendizagem sem planejar? 
VASCONCELLOS É impossível porque o planejamento é uma coisa inerente ao ser humano. Então, sempre temos algum plano, mesmo que não esteja sistematizado por escrito. Agora, quando falamos em processo de ensino e aprendizagem, estamos falando de algo muito sério, que precisa ser planejado, com qualidade e intencionalidade. Planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos, que vêm de necessidades criadas por uma determinada realidade, e, sobretudo, agir de acordo com essas ideias antecipadas. 



Em alguns contextos, o planejamento ainda é encarado como um instrumento de controle? 
VASCONCELLOS Sim, em algumas escolas e redes, ele ainda é um instrumento burocrático e autoritário. Em um sistema autoritário, o planejamento é uma arma que se volta contra o professor porque o que ele disser - ou alguém disser por ele - que vai ser feito tem que ser cumprido. Caso contrário, ele foi incompetente. E, nem sempre, conseguimos fazer o que planejamos. Por diversas razões, inclusive por falha nossa, mas não unicamente por isso. No entanto, o movimento da sociedade e o processo de redemocratização têm favorecido o conceito de planejamento como real instrumento de trabalho e não como uma ferramenta de controle dos professores. 



Qual a relação entre o planejamento e o projeto político pedagógico? 
VASCONCELLOS Nesse processo de planejar as ações de ensino e aprendizagem, existem diversos produtos, como o projeto político pedagógico, o projeto curricular, o projeto de ensino e aprendizagem ou o projeto didático, que podem ou não estar materializados em forma de documentos. O ideal é que estejam. Quando falamos do planejamento anual das escolas, temos como referência o projeto político pedagógico. 



É possível fazer um planejamento sem conhecer o projeto político pedagógico da escola? 
VASCONCELLOS Um projeto, a escola sempre tem, mesmo que ele não esteja materializado em um documento. Agora, o ideal é que esse projeto seja público e explicitado. Na hora do planejamento anual, ele deve ser usado como algo vivo, como um termômetro para toda a comunidade escolar saber se o trabalho que está sendo planejado está se aproximando daqueles ideais políticos e pedagógicos ou não. 



Como evitar que o tempo dedicado ao planejamento anual não seja desperdiçado? 
VASCONCELLOS Nas escolas, o coordenador pedagógico é o responsável por esse processo. É preciso prever momentos específicos para cada tipo de assunto e ser firme na coordenação. Às vezes, há uma tentação muito grande em ficar gastando tempo do planejamento com problemas menores, administrativos ou burocráticos. Então, é muito importante planejar o planejamento, reservando momentos específicos para cada assunto, e ser rigoroso no cumprimento dessa organização. Ele precisa ser um coordenador pedagógico forte, mas onde buscar apoio para se fortalecer? Em alguns casos, há o apoio da direção, mas é muito importante que ele faça parte de um grupo com outros profissionais no mesmo cargo para trocar experiências e sentir que não está sozinho nesse trabalho. 



Com que frequência as ações do planejamento anual devem ser revistas pela equipe? 
VASCONCELLOS Eu insisto muito na reunião pedagógica semanal. Na minha opinião, esse encontro não deve ser por área, e sim com todos os professores daquele ciclo, daquele período. Se todos os professores, por exemplo, do ciclo II do Ensino Fundamental do período da manhã estão presentes no mesmo momento, em um dia fixo da semana, no período da tarde, durante cerca de duas horas, o coordenador pedagógico pode montar reuniões por área, ou por nível ou gerais, conforme as necessidades. Esse momento de encontro é imprescindível para planejar um trabalho de qualidade com coerência entre os professores. Além de ser um momento de socialização. Existem professores que descobrem coisas excelentes que vão morrer com ele porque não foram sistematizadas nem ele compartilhou aquelas descobertas. E, na hora do planejamento, há a possibilidade de reservar um momento para isso. 



Existe algum momento que deve ser planejado com mais cuidado? 
VASCONCELLOS Sim, as primeiras aulas. Principalmente das séries iniciais. Existem estudos que mostram que a boa relação professor/aluno pode ser decidida nessas aulas. Há pesquisas que vão além e apontam os primeiros instantes da primeira aula como determinantes do sucesso da atividade docente. Então, se o professor tem de preparar bem todas as aulas, as primeiras precisam de mais cuidado. E não é só determinar os conteúdos a ser abordados, os objetivos a atingir e a metodologia mais adequada. É, sobretudo, se preparar, tornar-se disponível para aqueles alunos, acreditando na possibilidade do ensino e da aprendizagem, estando inteiramente presente naquela sala de aula, naquele momento.
Fonte: revistaescola.abril.com.br

domingo, 17 de março de 2013

ESCOLA JOANA MARQUES REALIZA A SUA PRIMEIRA COLAÇÃO DE GRAU

ALGUMAS IMAGENS











" Não fazemos tudo o que pudemos, mas pudemos tudo o que fazemos"
Professor Antônio José
ESCOLA JOANA MARQUES REALIZA A SUA PRIMEIRA COLAÇÃO DE GRAU


A Escola de Ensino Fundamental Professora Joana Marques Bezerra localizada na Praia de Barreiras de Cima no município de Icapuí realizou na noite de ontem, dia 16 de março do corrente a sua primeira Colação de Grau. Na ocasião, a escola sentiu-se honrada em poder compartilhar dessa alegria com todos os formandos do 9º ano, turma de 2012. Mesmo em meio as limitações de naturezas diversas, a escola fez o possível para tornar um sonho de muitos realidade.

A solenidade de formatura contou com a presença de autoridades, entre elas o secretário de educação do município de Icapuí, o Sr Mauro Alexandrino Marciel e o pastor da Assembleia de Deus Templo Central o Sr. Francisco Paixão Cordeiro. O evento foi apoiado pela Secretaria Municipal de Educação, Gabinete do Prefeito, igrejas evangélicas e comunidade escolar e local. 

O cerimonial foi recheado de homenagens e agradecimentos e os concludentes receberam a outorga de grau do diretor da escola o Sr. Antônio José da Costa. No final da cerimônia, os alunos receberam também uma réplica de placa formativa como lembrança desse momento especial em suas vidas. Eis um fragmento da fala do diretor "Vocês, formando, estão todos de parabéns e a luta continua porque subir o primeiro degrau não é chegar no topo, mas ter a certeza da capacidade de se ir mais longe. Reflitam sobre essa máxima de Dom Hélder Câmara: "É graça divina começar bem, é graça maior persistir na caminhada, mas a graça das graças é não desistir.""

Logo após o cerimonial foi servido um jantar no pátio da escola e mais uma vez a interação entre escola e comunidade é fortalecida. Aproveitamos o ensejo para agradecer a todos que direta ou indiretamente contribuíram para o sucesso desse momento tão desejado por nossa comunidade educativa. Não fizemos mais do que a nossa missão: "Oferecer um ensino de qualidade para a formação inteira do cidadão de forma integrada com a comunidade."

quinta-feira, 7 de março de 2013

IDEB DA E.E.F.PROFª JOANA MARQUES BEZERRA



O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado em 2007 para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O indicador é calculado com base no desempenho do estudante em avaliações do Inep e em taxas de aprovação. Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.

Para que pais e responsáveis acompanhem o desempenho da escola de seus filhos, basta verificar o Ideb da instituição, que é apresentado numa escala de zero a dez. Da mesma forma, gestores acompanham o trabalho das secretarias municipais e estaduais pela melhoria da educação.

O índice é medido a cada dois anos e o objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, tenha nota 6 em 2022 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.

IDEB - Resultados e Metas


Parâmetros da Pesquisa
Resultado:
Escola
UF:
CE
Município:
Icapuí
Nome da Escola:
PROFESSORA JOANA MARQUES BEZERRA EEF
Rede de ensino:
Municipal
Série / Ano:
Todas


4ª série / 5º ano
8ª série / 9º ano

Ideb ObservadoMetas Projetadas
Escola
2005
2007
2009
2011
2007
2009
2011
2013
2015
2017
2019
2021
PROFESSORA JOANA MARQUES BEZERRA EEF3.74.33.94.24.54.85.15.4
Obs: 
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.
Fonte:http://portal.mec.gov.br/

sexta-feira, 1 de março de 2013

E.E.F. PROFESSORA JOANA MARQUES BEZERRA

ANIVERSÁRIO COLETIVO-MESES DE JANEIRO E FEVEREIRO/2013

ALGUMAS IMAGENS







 Aos aniversariantes dos meses de janeiro e fevereiro: Dulcineia, Lúcia, Verônica, Márcia, Juraci e Alaene. Que Deus vos ilumine hoje e sempre!São votos de todos que fazem  a Escola Joana Marques Bezerra. Parabéns!





quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Escola e gestão democrática: realidade ou utopia?
A democracia é uma construção, mas como vem se dando a consolidação dessa em nosso país? Em nossa história, alternamos momentos de repressão e liberdade. Não faz muito tempo que saímos de uma severa ditadura e passamos a viver em um regime democrático. Claro que hoje ainda precisamos enfrentar muitas lutas para garantir os direitos à cidadania e a escola pode e deve ajudar a transformar a maneira como a qual nos relacionamos com a democracia. Ela mesma deve ser um espaço de exercício dessa convivência democrática.


Diariamente falamos em uma escola democrática, mas muitas delas ainda estão reprovando indiscriminadamente durante anos consecutivos alunos, sem considerar o ser diferente e os vários conhecimentos já adquiridos na sua vivência. Essas questões perturbam muitos educadores preocupados com o sucesso educacional.


Será que existe, na verdade, interesse em uma gestão democrática? Qual seria então o papel da democracia na escola?


Percebe-se muitas vezes, na gestão educacional, uma administração voltada com ações na verdade, reprodutoras de uma sociedade infelizmente alienada e passiva, ditando regras e não estabelecendo uma relação dialógica ideal com os envolvidos, estabelecendo meramente uma transmissão de ordens, alegando na maioria das vezes cumprirem determinações que lhes vem de cima não proporcionando assim, momentos para discussão..”... Todas as iniciativas de política educacional, apesar de sua aparente autonomia, têm um ponto em comum: o empenho em reduzir custos, encargos e investimentos públicos, buscando senão transferi-los e/ou dividi-los, com a iniciativa privada e organizações não governamentais”(ROSSI, 2001)

A participação é muitas vezes, limitada, controlada e puramente formal. A estrutura técnica se sobrepõe aos indivíduos envolvidos e o poder e a autoridade (leia-se: autoridade : como não prática social - sem visão crítica) se instalam de forma sutil , com obediência, dentro de uma perspectiva clássica de administração que repudia a participação, o compartilhar idéias, a liberdade para expressar-se , a deliberação de decisões e o respeito às iniciativas.

A questão do controle ainda é muito forte e mesmo sabendo que o poder e a autoridade são necessários em muitos momentos dentro de várias organizações, intermediando e viabilizando ações criativas para melhora, observa-se ainda um controle rígido, um descompromisso e muito pouca participação da comunidade escolar como um todo (professores, pais, funcionários, lideranças de bairro) no processo da gestão escolar, causando assim automaticamente uma acomodação, em que as pessoas não se mobilizam para nada e ficam alheias, esperando sempre serem orientadas ou então aceitando passivamente tudo que venha das “autoridades competentes”, sem quer que seja , nenhum questionamento crítico construtivo.

Nota-se com freqüência que esta suposta “gestão”, se mascara como sendo democrática e acaba que atendendo de forma a não priorizar princípios básicos democráticos, ocasionando o aumento da produtividade, a massificação do indivíduo, afastando não só o caráter da coletividade , como também o diálogo e o processo decisório.

O uso da autoridade dentro de uma gestão educacional, deve ter o cuidado de não se estender a um modelo vertical, devendo essencialmente privilegiar as relações horizontais entre seus integrantes, mediando as discussões, as trocas de idéias, legitimando assim, verdadeiras ações democráticas.
A escola deve ser vista como um lugar privilegiado para a construção do conhecimento e como eixo base das relações humanas, viabilizando não só a produção de conhecimentos como também de atitudes necessárias à inserção neste novo mundo com exigências cada vez maiores de cidadãos participativos e criativos.
A escola que deseja ser democrática em sua essência, tem que juntamente com a comunidade repensar e reestruturar o sistema de ensino e de aprendizagem para alcançar o tão sonhado e não utópico do sucesso escolar. É assim, em pequenas, mas significativas ações que conseguiremos a democracia, não nesse espaço pedagógico chamado escola, mas transportaremos também para fora desse, transversalizando em todos os ambientes da nossa realidade.
É necessário que o gestor garanta a participação das comunidades interna e externa, a fim de que assumam o papel de co-responsáveis na construção de um projeto pedagógico que vise ensino de qualidade para a atual clientela da escola pública e para que isso aconteça é preciso preparar um novo diretor, libertando-o de suas marcas de autoritarismo redefinindo seu perfil, desenvolvendo características de coordenador, colaborador e de educador, para que consigamos implementar um processo de planejamento participativo de representantes dos segmentos da comunidade interna (diretor, vice-diretor, especialistas, professores, alunos e funcionários) e externa (pais, órgãos/instituições, sociedade civil organizada).
Observa-se pelo que tenho notado, que o gestor ou diretor escolar assume uma nova centralidade organizacional, sendo o que deve prestar contas pelos resultados educacionais conseguidos, transformando-se no principal responsável pela efetiva concretização de metas e objetivos, quase sempre centrais e hierarquicamente definidos. Neste sentido, esta concepção de gestão introduz uma nova nuance na configuração das relações de poder e autoridade nos sistemas educativos.
Falar em gestão democrática nos remete, portanto, quase que imediatamente a pensar em autonomia e participação.
Quais são os instrumentos e práticas que organizam a vivência da gestão escolar? Em geral, esses processos mesclam democracia representativa - instrumentos e instâncias formais que pressupõem a eleição de representantes, com democracia participativa - estabelecimento de estratégias e fóruns de participação direta, articulados e dando fundamento a essas representações.
Vários autores, como Padilha (1998) e Dourado (2000), defendem a eleição de diretores de escola e a constituição de conselhos escolares como formas mais democráticas de gestão. Outro elemento indispensável é a descentralização financeira, na qual o governo, nas suas diferentes esferas, repassa para as unidades de ensino recursos públicos a serem gerenciados conforme as deliberações de cada comunidade escolar.
Em seu projeto político-pedagógico, construído através do planejamento participativo, desde os momentos de diagnóstico, passando pelo estabelecimento de diretrizes, objetivos e metas, execução e avaliação, a escola pode desenvolver projetos específicos de interesse da comunidade escolar, que devem ser sistematicamente avaliados e revitalizados.
A gestão democrática da escola significa, portanto, a conjunção entre instrumentos formais - eleição de direção, conselho escolar, descentralização financeira - e práticas efetivas de participação, que conferem a cada escola sua singularidade, articuladas em um sistema de ensino que igualmente promova a participação nas políticas educacionais mais amplas.
A PARTIR DA LEITURA DO TEXTO, DO CONTEÚDO DO VÍDEO E DAS DISCUSSÕES EM SALA DE AULA, COMO VOCÊ OBSERVA A QUESTÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA SUA REALIDADE? GESTÃO DEMOCRÁTICA É UMA REALIDADE OU AINDA É UTOPIA?O QUE VOCÊ PENSA SOBRE A ELEIÇÃO DE DIRETORES?
Fonte: Visto em http://didaticafundamental.blogspot.com.br